Os balanços do trimestre deixaram claro que a inteligência artificial já divide o mercado de tecnologia em dois grupos. De um lado, quem vende a infraestrutura que sustenta a IA. De outro, quem ainda busca traduzir o investimento em resultado.

A nuvem passa de um marco histórico
Segundo o Olhar Digital, a Microsoft superou as expectativas e viu o Azure cruzar, pela primeira vez, a marca de US$ 100 bilhões em receita anual. O número simboliza o tamanho da demanda por capacidade de computação para treinar e rodar modelos de IA.
Memória vira ativo estratégico
A Samsung também superou as estimativas de lucro, impulsionada pela procura por chips de memória para servidores de IA. É a mesma lógica que já tinha levado a memória de alta largura de banda ao centro da corrida da IA.
Nem todos colhem no mesmo ritmo
Na contramão, a Meta decepcionou o mercado com lucro e projeções abaixo do esperado, o que pressionou suas ações. O contraste mostra que investir pesado em IA ainda não garante retorno imediato para todos.
